Quarta, 20 Junho 2018 19:20

Dia Mundial do Refugiado: os Salesianos ativos no mundo todo Destaque

Escrito por  ANS
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Em 2017 eram 68,5 milhões (40 milhões desalojados nos próprios países e 25,4 residentes no exterior) as pessoas obrigadas a abandonar a própria casa devido às guerras, violências e perseguições, e mais da metade eram menores (53%). Para os Salesianos, sempre atentos aos jovens, os dados publicados no Dia Mundial do Refugiado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) são um novo incentivo.

 

A ação dos Salesianos é multifacetada e realizada nas mais diversas partes do mundo. Só para citar algumas delas, é possível recordar, entre as muitas atividades, que:

 

Na Itália, os Salesianos podem contar com cinco sedes ativas nas ações de primeira acolhida dos Menores Estrangeiros Não Acompanhados (MSNA) – graças às quais podem acompanhar e apoiar cerca de 160 menores – e em outras 19 estruturas ativas na fase de segunda acolhida.

Na Espanha, a Federação das Plataformas Sociais Pinardi e a Fundação Dom Bosco começaram no início do ano um novo programa de acolhida integral para 40 jovens refugiados vulneráveis. Mas essa é apenas a ponta do iceberg; de fato, considerando também os jovens migrantes, as Plataformas Sociais Salesianas da Espanha atendem mais de 25.000 pessoas.

Na Alemanha, são atendidos cerca de 500 jovens refugiados em instituições dos Salesianos; só entre Munique e Nuremberg, ao redor de 100 jovens. Eles têm em sua maioria entre 16 e 18 anos: vêm de Países africanos, do Afeganistão, da Síria, do Iraque.

Na Turquia, em Istambul, os Salesianos dirigem há 25 anos uma escola para crianças de famílias de refugiados que saem dos países do Oriente Médio para o Ocidente. Ali, os Filhos espirituais de Dom Bosco atendem muitos menores entre 5 e 16 anos, mas apoiam também os maiores de idade que trabalham para ajudar suas famílias.

Na Etiópia, os Salesianos trabalham com os refugiados dos campos de Nguenyyiel e Pugnido, oferecendo-lhes cuidado espiritual e formação técnica.

No Quênia, em Kakuma, criaram uma comunidade no interior do campo e animam uma paróquia com diversas estações missionárias, para o cuidado pastoral dos refugiados cristãos-católicos, e uma escola técnica com outros três centros satélites que oferecem cursos de formação técnica e de inglês.

Em Juba, Sudão do Sul, administram, com a ajuda de colaboradores, um campo de refugiados que acolhe entre 10 e 15 mil pessoas conforme o período.

Desde a Páscoa de 2018 chegaram também a Palabek, Uganda, onde abriram uma presença missionária a serviço dos 36.000 refugiados do Sudão do Sul ali presentes.

 

Outras iniciativas acontecem em diversas partes do mundo, onde os Filhos espirituais de Dom Bosco continuam a seguir o convite do Papa à acolhida, proteção, promoção e integração de quem é obrigado a fugir do próprio País.

Fonte: ANS

Lido 1222 vezes Modificado em Quarta, 20 Junho 2018 19:50

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