Terça, 18 Setembro 2018 12:25

No artigo anterior, publicado na edição de agosto do Boletim Salesiano, comentei sobre a fé no seguimento Jesus. Agora, quero refletir um pouco sobre a relação entre fé e religião.

 

 

Segunda, 20 Novembro 2017 15:42
A cidadania dos Afro-brasileiros se faz no tempo e no espaço da Consciência Negra. O processo de cidadania geradora do desenvolvimento de todas as pessoas é aquele que considera a dignidade da pessoa circunstanciada na cultura, etnia, religião, cor, história, lugar social.
Terça, 09 Maio 2017 17:54

Na espiritualidade salesiana de Dom Bosco ocupa um lugar central Maria Auxiliadora, Mãe de Jesus. Desde cedo aprendemos que “de Maria nunca se fala demais”. O valor de Maria na vida cristã nós o aprendemos quando pequenos em nossas famílias e comunidades. Aprendemos, também, na história da Igreja. Aprendemos, sobretudo, na leitura e meditação da Sagrada Escritura, no Novo Testamento. Sendo livrinhos muito pequenos, os Evangelhos se reservaram colocar apenas o que era fundamental na vivência do seguimento de Jesus. Maria aparece pouco nos Evangelhos, mas quando aparece o faz de maneira significativa.

Quinta, 07 Maio 2015 16:47

O Venerável Padre Rodolfo Komórek, polonês que viveu no Brasil, dedicou-se de maneira exemplar aos pobres e aos doentes.

Terça, 14 Abril 2015 01:11

“Transmitir conhecimento, transmitir formas de fazer e transmitir valores. Por meio destes pilares se transmite a fé. O educador deve estar à altura das pessoas que educa, e interrogar-se sobre como anunciar Jesus Cristo a uma geração que está mudando” (Papa Francisco).

Segunda, 25 Novembro 2013 00:39

Na época do Natal, o mundo cristão se enche de luz para lembrar a nova luz, sol nascente entre as trevas do pecado: Jesus, que veio para os que o esperavam e se manifestou para o mundo inteiro.

 

Todos nós temos experiência do Ano Civil, que começa no dia 1º de janeiro e termina em 31 de dezembro. Nele comemoramos fatos importantes de nossa história, feriados nacionais, datas cívicas etc. A Igreja, por sua vez, tem o Ano Litúrgico. Nele comemoramos fatos importantes de nossa história da Salvação através dos diferentes tempos litúrgicos: Advento, Natal, Tempo Pascal, Tempo Comum.

 

Quinta, 14 Novembro 2013 13:45

Navegando pelas propostas  dos partidos políticos e  das organizações sociais e religiosas, encontramos uma unanimidade: educação é prioridade!

Contudo, constatamos  que a escolha dessa prioridade, em muitos países, não gerou mudanças significativas para a vida das pessoas.

A disponibilização dos assim chamados “bens de consumo” cresce cada vez mais e sempre acompanhada de inteligente e sedutora publicidade.

O consumo e sua indústria publicitária oferecem tudo para que a pessoa possa saciar sua sede de felicidade.

Entre tantas explicações, encontramos neste binômio “educação-consumismo”

uma janela para enxergar/entender a contradição social em que vivemos.

A prioridade educacional que não consegue ser traduzida em oferta concreta de sentido de vida acaba sendo apenas um produto a mais na diversificada e criativa prateleira dos “bens de consumo”.

Muitas vezes, desejamos também identificar educação de qualidade com educação cara, reforçando, mais uma vez, que consumir esta educação gera status social.

Os grandes educadores da história, entre os quais incluímos Dom Bosco com muita propriedade , apostaram na educação como uma importante estratégia de promoção, de evolução, de libertação e de felicidade.

Neste sentido, podemos perceber que faltam em tantas comunidades educativas o prazer e a alegria de estudar. Estudar torna-se uma “tarefa” árdua, penosa e chata.

Por outro lado, o horário de recreio e o horário de término das aulas são amplamente festejados e curtidos.

Ciente dessa situação, a proposta salesiana de educação sempre valorizou o pátio e todas as demais atividades em que a aprendizagem seja algo prazeroso: o teatro, a banda, a fanfarra, a dança, a música, a poesia, o esporte!

E mais: o protagonismo da educação fica por conta da comunidade, lugar onde todas as relações de desenvolvimento acontecem de modo natural e recíproco.

Se na sala de aula privilegia-se a razão, nos demais ambientes podem ser valorizados a convivência, a solidariedade, a alegria e o entusiasmo de viver!

Sem essa complementaridade entre razão, carinho, fé e fraternidade, nenhuma proposta educativa, por mais priorizada que seja, pode alcançar a mente e o coração humano.

A felicidade continua morando ao lado!

A vida, sendo um presente de Deus, pode se transformada por esta proposta educativa, como diria Dom Bosco, em um belo presente que cada educando pode oferecer ao Pai Criador!

 

Segunda, 16 Setembro 2013 19:13

A vocação à vida religiosa e ao presbiterado não é uma escolha pessoal. Contudo, há sempre a liberdade da resposta, embora Deus não desista daquele que ele chama.

Pelo título do artigo o leitor já entendeu que vocação não se escolhe, se responde. Diferentemente da profissão, que atrai uma pessoa pelo gosto do próprio trabalho ou pela remuneração, que exige, portanto, uma qualificação específica, a vocação à vida religiosa e ao presbiterado não é uma escolha pessoal. A vocação é chamado de Deus - convocação: “Vinde e Vede” (Jo 1,39), ou como aconteceu com Mateus, quando Jesus o viu e disse: “Segue-me” (Mt 9,9).