Segunda, 09 Abril 2018 15:26

Síria: o Reitor-mor leva um sorriso a Damasco Destaque

Escrito por  ANS
Classifique este artigo
(0 votos)

Enquanto no leste da capital síria, Damasco, a guerra prosseguia - com a suspeita do uso de armas químicas em um ataque em Douma - o Reitor-mor, padre Ángel Fernández Artime, acompanhado por seu secretário, padre Horacio López, encontrava-se na cidade síria para levar, como sucessor de Dom Bosco, conforto, alegria e esperança a uma população dilacerada por mais de sete anos de guerra.

 

O Reitor-mor encontrava-se em Damasco desde quinta-feira, 5 de abril, quando, acompanhado por alguns jovens, fez o caminho do apóstolo Paulo em espírito de peregrinação e finalmente chegou à Paróquia de Santa Ana. Ali, ele recitou o episódio da conversão de São Paulo, comentando no final, ressaltando como ainda hoje é importante para todos mudar a própria vida orientando-a para Deus.

 

O dia terminou com a celebração da Eucaristia na Igreja de São Paulo, na área de Tabbala, também em Damasco, e com o contínuo encorajamento do Reitor-mor a todas as pessoas que se aproximaram dele.

 

No dia seguinte, sexta-feira, 6 de abril, o Reitor-mor reuniu-se primeiro com os salesianos da comunidade local para ouvir e orientar seus problemas e desafios. Já na parte da tarde, realizou um encontro festivo com todas as crianças e jovens do oratório, reunindo cerca de 1000 pessoas. "Ele tirou fotos e selfies com todos os que pediram!" admirou-se a delegada de Comunicação Social da Inspetoria do Oriente Médio (MOR), Sally A-Jamra.

 

A tarde prosseguiu com alguns espetáculos tradicionais encenados pelos frequentadores dos oratórios, aos quais, para alegria e satisfação de todos os presentes, o padre Ángel Artime retribuiu tocando violão. O próprio Reitor-mor presidiu a missa no pátio da obra, onde libertou uma pomba como sinal de paz para a cidade e para o país.

 

Por fim, ele citou Dom Bosco dizendo aos jovens presentes que eles roubaram seu coração. Durante a noite que passou com a Comunidade Educativa Pastoral da obra, ele respondeu a perguntas e confessou ter encontrado, em Damasco, uma “segunda Valdocco”.

Lido 398 vezes

Deixe um comentário