Segunda, 18 Fevereiro 2013 17:47

Celebração marca 50 anos da CF

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Cerca de 2.000 pessoas lotaram o Centro de Convenções na Via Costeira de Natal, RN, na sexta-feira, dia 15 de fevereiro, para o lançamento nacional da Campanha da Fraternidade (CF) 2013, que tem como tema “Fraternidade e Juventude”. Um seminário marcou as comemorações alusivas ao jubileu da Campanha, que teve origem na Arquidiocese de Natal, na comunidade de Timbó, município de Nisia Floresta.

 

A solenidade de lançamento contou com a participação do secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner; do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, dom Eduardo Pinheiro; do arcebispo metropolitano de Natal, dom Jaime Vieira Rocha; e diversos bispos do Regional Nordeste 2.

 

Em suas palavras, dom Jaime recordou o papel da CF para a evangelização no Brasil. “Podemos destacar neste momento, a contribuição da Campanha da Fraternidade, como ação social e evangelizadora da Igreja. Vivemos com muito empenho e alegria, este momento em nossa Arquidiocese”, comemora.

 

Já para o secretário geral da CNBB, a importância da CF se dá, principalmente, pelo objetivo social que desempenha. “Os temas das Campanhas nos trazem uma reflexão, promovendo uma discussão entre Igreja e sociedade. Além disso, hoje a campanha dispõe de subsídios que auxiliam nos debates nas escolas, e isso mostra a ação social que a CF desempenha”, pontuou dom Leonardo.

 

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Faleceu na manhã de sábado, 16 de fevereiro, em São Paulo, o padre salesiano Hamilton Guedes Ramos. O corpo de padre Hamilton foi velado na capela do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora, em Cruzeiro, São Paulo, e no dia 17 de fevereiro foi levado para a cidade de Brasópolis, MG, onde foi realizado o sepultado.

 

Padre Hamilton Guedes Ramos é filho de Antônio Guedes Ramos e da professora Claudina Velloso Guedes, ambos falecidos.

 

Inspetoria Salesiana de São Paulo

Segunda, 18 Fevereiro 2013 16:40

Educadores salesianos se reúnem no GREPÃO 2013

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O Instituto Madre Mazzarello, em São Paulo, recebeu, no dia 21 de janeiro, o Grupo de Reflexão Pedagógica (GREPÃO), encontro anual das escolas salesianas (FMA) do Estado de São Paulo. O evento reuniu 550 educadores das escolas salesianas e obras sociais e trouxe o tema “Educação para o amor e a família”.

 

O encontro contou com a participação da conferencista Brenda Carranza, doutora em Ciências Sociais da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que falou sobre o tema “Novas gerações”, na qual foi desenvolvida uma abordagem para ajudar a compreender a relação dos jovens com o mundo midiático, além de outros temas.

 

O evento trouxe ainda uma “roda de conversa”, com as palestras da psicóloga e terapeuta sexual, Ana Cristina Canosa Gonçalves, que abordou o tema sob o enfoque da sexualidade e da família e apresentou os novos modelos familiares e algumas de suas concepções, partindo dos quatro pilares fundamentais da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), para a educação do século XXI - (aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a viver juntos).

 

Também palestraram durante o evento o doutor em Teologia Moral e em Filosofia, padre José Antonio Trasferetti, e a doutora em Educação e psicóloga irmã Raquel Retz.

 

O GREPÃO foi conduzido e mediado pela irmã Adair Aparecida Sberga, animadora do Polo São Paulo da Rede Salesiana de Escolas (RSE), e contou com a presença da gestora do mesmo Polo, Selma Sabino Braga de Melo.

 

Polo São Paulo

Foi implantado há alguns meses na Paróquia de São Pedro Carchá, na Guatemala, um projeto com o objetivo de transmitir a Palavra de Deus para os habitantes indígenas na língua maya-q’eqchi, uma das línguas mais faladas na Guatemala. O idealizador do projeto é o missionário salesiano, padre Vittorio Castagna.

 

O aparelho onde está gravado o Novo Testamento em língua indígena é muito semelhante a um rádio portátil. A sua finalidade principal é favorecer a escuta do Evangelho, a fim de facilitar a aproximação dos indígenas com a Palavra de Deus, e de constituir uma primeira abordagem à Evangelização.

 

A iniciativa para a divulgação do Evangelho, além de difundir-se entre os indígenas, despertou o interesse de alguns responsáveis pela Sociedade Bíblica em âmbito Latino-Americano e guatemalteco, que visitaram a missão salesiana para analisar o projeto e exportá-lo entre os indígenas do Equador.

 

Ao lado das clássicas traduções nas línguas nacionais, a Sociedade Bíblica da Guatemala, está especialmente empenhada na tradução nas línguas indígenas maias. A versão em língua q’eqchi é um verdadeiro sucesso editorial, muito utilizada e difundida entre as populações dessa etnia.   

 

InfoANS

 

As Filhas de Maria Auxiliadora (FMA), que vivem na comunidade de Honiara, capital das Ilhas Salomão, no Pacífico Sul, enviaram notícias para informar sobre a situação no local, após o violento terremoto de magnitude 8 na escala Richter que atingiu o sudoeste das Ilhas Salomão, no dia 6 de fevereiro.

 

“A ilha de Temotu, onde ocorreu o terremoto e o tsunami, está devastada. Mesmo que a onda tivesse apenas 1,5 m de altura, todas as aldeias estão diretamente na costa e, portanto todas elas foram destruídas, 20 ao todo. Foram registradas nove mortes e muitas pessoas estão desaparecidas. Os primeiros socorros só chegaram depois de dois dias, mesmo assim, apenas dois navios puderam atracar e os dois aviões de socorro não puderam aterrissar por causa do estado da pista que, apesar de ter sido limpa pelo povo, para facilitar o socorro, foi rachada ao meio por um abalo de ajuste de sétimo grau. As pessoas estão nas partes altas, em refúgios improvisados e não querem descer para ver em que condições ficaram suas casas. Houve 115 abalos de ajuste entre quarto e sexto grau, e continuam ainda. Aqui todos estão se movimentando para o socorro, mas é difícil o acesso àquele pequeno arquipélago. Será preciso tempo para aliviar a extensão dos danos e dificuldades e existe ainda o temor de epidemias, porque a água potável foi contaminada pelo mar”.

 

Para as FMA é difícil ter acesso às notícias, pois os noticiários nacionais não oferecem adequadamente as informações. Há pessoas muito próximas das FMA entre os desaparecidos, e elas procuram cada dia encontrar informações nos jornais locais.

 

Filhas de Maria Auxiliadora

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