Associação de Cultores de História Salesiana traz nova publicação

Quinta, 29 Dezembro 2016 14:05 Escrito por  InfoANS
Associação de Cultores de História Salesiana traz nova publicação InfoANS
É mais ou menos conhecida a imagem de Dom Bosco que os salesianos do passado deixaram de herança ao mundo. As ‘Memórias Biográficas’, presentes em todas as casas salesianas do orbe, difundiram a imagem do educador piemontês entre os seus “filhos” e “filhas”. Mas, transpostos os muros e paredes de suas obras, qual e como era a imagem de Dom Bosco desde o fim do século XIX aos anos 1960 do século XX? Como era visto para além dos limites das suas paróquias, junto a autoridades ou a cada uma das pessoas que não tiveram contato com os Salesianos (SDB) e as Filhas de Maria Auxiliadora (FMA), em países não-católicos e não-cristãos?

É o que buscou responder o Congresso Internacional de História da Obra Salesiana, promovido pela Associação de Cultores de História Salesiana, em colaboração com o Instituto Histórico Salesiano. O Congresso foi realizado em Turim (Itália), de 28 de outubro a 1° de novembro de 2015, e seus atos acabam de chegar, graças ao trabalho dos historiadores, irmã Grazia Loparco, FMA, e padre Stanislaw Zimniak SDB. Trata-se do livro “Percepção da figura de Dom Bosco fora da Obra Salesiana, de 1879 a 1965”, (Roma, LAS 2016, 909 p.).

 

O volume contém 36 relações, em diversos idiomas, relativas a 18 países de quatro continentes, subdivididas em três seções: Dom Bosco de relance, que vai, sobretudo, até à canonização, em 1934; Dom Bosco... ‘impresso’, que permite interessantes confrontos por meio das diferentes áreas geográficas; e o nome de Dom Bosco pelo mundo afora: toponomástica, monumentos, paróquias, legislação, memória oral e não (que avança em alguns países até os tempos mais recentes).

 

É um livro de história internacional, que lança ao leitor de cada país, muitas e interessantes perguntas; oferece-lhe algumas respostas; convida-o a refletir; e, quando quisesse inspirar-se em Dom Bosco, lhe pode abrir perspectivas: um volume, portanto, esse, a ser degustado e não simplesmente folheado, a toda a pressa.

 

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Última modificação em Segunda, 02 Janeiro 2017 20:17

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É mais ou menos conhecida a imagem de Dom Bosco que os salesianos do passado deixaram de herança ao mundo. As ‘Memórias Biográficas’, presentes em todas as casas salesianas do orbe, difundiram a imagem do educador piemontês entre os seus “filhos” e “filhas”. Mas, transpostos os muros e paredes de suas obras, qual e como era a imagem de Dom Bosco desde o fim do século XIX aos anos 1960 do século XX? Como era visto para além dos limites das suas paróquias, junto a autoridades ou a cada uma das pessoas que não tiveram contato com os Salesianos (SDB) e as Filhas de Maria Auxiliadora (FMA), em países não-católicos e não-cristãos?

É o que buscou responder o Congresso Internacional de História da Obra Salesiana, promovido pela Associação de Cultores de História Salesiana, em colaboração com o Instituto Histórico Salesiano. O Congresso foi realizado em Turim (Itália), de 28 de outubro a 1° de novembro de 2015, e seus atos acabam de chegar, graças ao trabalho dos historiadores, irmã Grazia Loparco, FMA, e padre Stanislaw Zimniak SDB. Trata-se do livro “Percepção da figura de Dom Bosco fora da Obra Salesiana, de 1879 a 1965”, (Roma, LAS 2016, 909 p.).

 

O volume contém 36 relações, em diversos idiomas, relativas a 18 países de quatro continentes, subdivididas em três seções: Dom Bosco de relance, que vai, sobretudo, até à canonização, em 1934; Dom Bosco... ‘impresso’, que permite interessantes confrontos por meio das diferentes áreas geográficas; e o nome de Dom Bosco pelo mundo afora: toponomástica, monumentos, paróquias, legislação, memória oral e não (que avança em alguns países até os tempos mais recentes).

 

É um livro de história internacional, que lança ao leitor de cada país, muitas e interessantes perguntas; oferece-lhe algumas respostas; convida-o a refletir; e, quando quisesse inspirar-se em Dom Bosco, lhe pode abrir perspectivas: um volume, portanto, esse, a ser degustado e não simplesmente folheado, a toda a pressa.

 

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