A partir do exemplo do próprio Dom Bosco, o Centro de Formação Profissional “St. Joseph”, de Cartum, no Sudão, trabalha para oferecer uma segunda oportunidade aos jovens que cometeram algum crime. O centro acolhe e forma os jovens acima de 17 anos dos dois reformatórios da cidade, Kobar e Jeref.
O bairro Marconi é chamado de zona vermelha de Montevidéu. “Dizem que é a zona mais perigosa da Capital. Dizem que a polícia não entra, que é um refúgio de delinquentes, narcotraficantes e jovens problemáticos. Dizem isso e muito mais, mas há quem diga outra coisa”. No bairro Marconi, funciona a Escola Profissional do Movimento Tacurú, dos Salesianos, e é cenário constante de violência e morte. A insegurança reinante fez com que quase todos os prestadores de serviço deixassem o bairro. Os Salesianos decidiram ficar para conter e acompanhar os jovens e as famílias do lugar.
A minha vocação à vida religiosa missionária "ad gentes" relembra muito a de Samuel. Aconselhado por Eli, o menino Samuel reconheceu o chamado de Deus: ‘Fala, Senhor, que o teu servo escuta’ (1Sm 3,9).
Atualmente os Salesianos acompanham, em Lahore, Paquistão, 450 jovens no percurso educativo, do primário ao colegial, à formação profissional. Diz o encarregado da obra, padre Pedro Zago, salesiano italiano, empenhado com os jovens e no Paquistão desde 1998: “Ajudamo-los a tornarem-se bons cristãos e bons paquistanenses; e a viver a fé na alegria, também em meio aos momentos mais tristes”.
Na parte central da grande ilha de Madagascar está Betafo, cidade de 30.000 habitantes, toda cercada de colinas. Ali está a sede de uma missão das Filhas de Maria Auxiliadora (FMA). A Irmã Teresa Leonik é uma missionária polonesa: trabalha em Madagascar desde 1991. É também a ecônoma da comunidade de Betafo e dedica-se a atender a todas as exigências financeiras da missão.
Wednesday, 08 June 2016 11:52

Água potável ao oratório salesiano de Kabgayi

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Segundo as Nações Unidas, são mais de 840.000 as pessoas que morrem todos os anos no mundo em decorrência da água. Os salesianos estão presentes no Ruanda desde 1953: trabalham com seis presenças visando fornecer oportunidades de educação à juventude. A par disso os Salesianos acabam de completar também alguns projetos para a perfuração de novos poços d’água.
No deserto de Turkana, nordeste do Quênia, existe, desde 1992, um imenso campo de refugiados de Kakuma. Atualmente, recebe 190.000 refugiados. Foi o maior do mundo até que, também no Quênia, surgiu o campo de Dadaab, com 350.000 internos. Foram definidos como dois grandes “estacionamentos da desesperança” e agora também estão em perigo, dado que no dia 6 de maio o governo queniano anunciou querer fechar e dissolver o Departamento para os Negócios de Refugiados (DRA).
O núncio apostólico no México, dom Christophe Pierre, e o arcebispo de Antequera-Oaxaca, dom José Luis Chávez Botello, participaram na terça-feira, 24 de maio, da concelebração eucarística em que se comemorou o 50° aniversário da Prelazia Mixes, no município de San Pedro y San Pablo Ayutla, Sierra del Nord. O seu atual bispo é, desde 2007, o salesiano dom Hector Guerrero Córdova.
O Sudão do Sul está perdendo suas florestas. Alguns decênios de guerra, durante os quais o meio ambiente do país foi ficando ignorado, junto com os problemas subsequentes à independência e com as tensões com o Sudão, levaram ao degradamento ambiental, causado em grande parte pelo desmatamento. Para contrastar esse fenômeno, as crianças da Escola Elementar Dom Bosco, de Gumbo, em Juba, crianças que ali se encontram depois de ter abandonado, com suas famílias, outras regiões do país, plantaram mais de 800 árvores entre os dias 18 e 19 de maio. O objetivo final é chegar a plantar 3000 árvores, na área do conjunto total escolar e transmitir aos pequenos o amor à natureza.
O que há por trás dessas esquisitas coisas marrons que se derretem na boca? Fala-se em todos os lugares que o chocolate é um dos prazeres terrenos que não falta em nossa vida diária. Entretanto, por trás desse “doce prazer”, esconde-se uma verdade pouco conhecida dos amantes dessa delícia: são os escravos do século XXI. Há, contudo, um outro modo de o produzir; por isso, os missionários salesianos de Cebu decidiram iniciar o projeto “Um viveiro para a plantação de cacau”.
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A partir do exemplo do próprio Dom Bosco, o Centro de Formação Profissional “St. Joseph”, de Cartum, no Sudão, trabalha para oferecer uma segunda oportunidade aos jovens que cometeram algum crime. O centro acolhe e forma os jovens acima de 17 anos dos dois reformatórios da cidade, Kobar e Jeref.
O bairro Marconi é chamado de zona vermelha de Montevidéu. “Dizem que é a zona mais perigosa da Capital. Dizem que a polícia não entra, que é um refúgio de delinquentes, narcotraficantes e jovens problemáticos. Dizem isso e muito mais, mas há quem diga outra coisa”. No bairro Marconi, funciona a Escola Profissional do Movimento Tacurú, dos Salesianos, e é cenário constante de violência e morte. A insegurança reinante fez com que quase todos os prestadores de serviço deixassem o bairro. Os Salesianos decidiram ficar para conter e acompanhar os jovens e as famílias do lugar.
A minha vocação à vida religiosa missionária "ad gentes" relembra muito a de Samuel. Aconselhado por Eli, o menino Samuel reconheceu o chamado de Deus: ‘Fala, Senhor, que o teu servo escuta’ (1Sm 3,9).
Atualmente os Salesianos acompanham, em Lahore, Paquistão, 450 jovens no percurso educativo, do primário ao colegial, à formação profissional. Diz o encarregado da obra, padre Pedro Zago, salesiano italiano, empenhado com os jovens e no Paquistão desde 1998: “Ajudamo-los a tornarem-se bons cristãos e bons paquistanenses; e a viver a fé na alegria, também em meio aos momentos mais tristes”.
Na parte central da grande ilha de Madagascar está Betafo, cidade de 30.000 habitantes, toda cercada de colinas. Ali está a sede de uma missão das Filhas de Maria Auxiliadora (FMA). A Irmã Teresa Leonik é uma missionária polonesa: trabalha em Madagascar desde 1991. É também a ecônoma da comunidade de Betafo e dedica-se a atender a todas as exigências financeiras da missão.
Wednesday, 08 June 2016 11:52

Água potável ao oratório salesiano de Kabgayi

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Segundo as Nações Unidas, são mais de 840.000 as pessoas que morrem todos os anos no mundo em decorrência da água. Os salesianos estão presentes no Ruanda desde 1953: trabalham com seis presenças visando fornecer oportunidades de educação à juventude. A par disso os Salesianos acabam de completar também alguns projetos para a perfuração de novos poços d’água.
No deserto de Turkana, nordeste do Quênia, existe, desde 1992, um imenso campo de refugiados de Kakuma. Atualmente, recebe 190.000 refugiados. Foi o maior do mundo até que, também no Quênia, surgiu o campo de Dadaab, com 350.000 internos. Foram definidos como dois grandes “estacionamentos da desesperança” e agora também estão em perigo, dado que no dia 6 de maio o governo queniano anunciou querer fechar e dissolver o Departamento para os Negócios de Refugiados (DRA).
O núncio apostólico no México, dom Christophe Pierre, e o arcebispo de Antequera-Oaxaca, dom José Luis Chávez Botello, participaram na terça-feira, 24 de maio, da concelebração eucarística em que se comemorou o 50° aniversário da Prelazia Mixes, no município de San Pedro y San Pablo Ayutla, Sierra del Nord. O seu atual bispo é, desde 2007, o salesiano dom Hector Guerrero Córdova.
O Sudão do Sul está perdendo suas florestas. Alguns decênios de guerra, durante os quais o meio ambiente do país foi ficando ignorado, junto com os problemas subsequentes à independência e com as tensões com o Sudão, levaram ao degradamento ambiental, causado em grande parte pelo desmatamento. Para contrastar esse fenômeno, as crianças da Escola Elementar Dom Bosco, de Gumbo, em Juba, crianças que ali se encontram depois de ter abandonado, com suas famílias, outras regiões do país, plantaram mais de 800 árvores entre os dias 18 e 19 de maio. O objetivo final é chegar a plantar 3000 árvores, na área do conjunto total escolar e transmitir aos pequenos o amor à natureza.
O que há por trás dessas esquisitas coisas marrons que se derretem na boca? Fala-se em todos os lugares que o chocolate é um dos prazeres terrenos que não falta em nossa vida diária. Entretanto, por trás desse “doce prazer”, esconde-se uma verdade pouco conhecida dos amantes dessa delícia: são os escravos do século XXI. Há, contudo, um outro modo de o produzir; por isso, os missionários salesianos de Cebu decidiram iniciar o projeto “Um viveiro para a plantação de cacau”.
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