A participação envolveu estudantes e docentes em uma experiência de internacionalização, pesquisa e intercâmbio cultural que ultrapassou as fronteiras da sala de aula.
O professor doutor Dorival de Freitas Junior, docente do UNISAL Americana e Campinas, participou do Congresso como expositor e acompanhou três estudantes que apresentaram trabalhos presencialmente: Caroline de Souza, do curso de Engenharia da Computação do UNISAL Campinas, Beatriz de Lima Canteiro e Isabeli Lambert, do curso de Direito do UNISAL Americana.
Além da participação presencial, outros 32 estudantes da graduação, vinculados aos três campi do UNISAL Americana, Campinas e Lorena atuaram de forma on-line como moderadores das apresentações.
Sob a organização do professor Dorival, os alunos foram responsáveis pela mediação de 16 mesas, cada uma formada por quatro ou cinco expositores de países como Chile, Equador, Argentina, Estados Unidos, Colômbia e Espanha.
“Tivemos estudantes apresentando trabalhos presencialmente e de forma on-line, além daqueles que atuaram como moderadores nas 16 mesas. Eles puderam vivenciar um congresso internacional ainda durante a graduação, experiência que agrega muito à formação acadêmica e contribui diretamente para a pesquisa universitária”, destaca o professor Dorival.
Durante o congresso, o professor também apresentou o trabalho “Clasificación del Primer Comando de la Capital (PCC) y Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas: consecuencias jurídicas nacionales e internacionales”. O estudo levou ao debate internacional uma reflexão sobre o crime organizado e as possíveis consequências jurídicas da classificação dessas organizações como grupos terroristas.
“Essa apresentação foi importante por levar o nome do UNISAL a um congresso internacional reconhecido e também por permitir que discutíssemos com pesquisadores de diferentes países um tema atual e relevante para o Brasil: o avanço do crime organizado e seus impactos jurídicos nacionais e internacionais”, explica.
Experiência que transforma trajetórias
Caroline de Souza, estudante do 10º semestre de Engenharia da Computação do UNISAL Campinas, apresentou o projeto “Detecção de imagens geradas por IA como ferramenta para proteção dos direitos humanos”. O trabalho integrou o eixo “Dignidade humana e novas tecnologias: neurotecnologias, inteligência artificial e governança algorítmica”.
“A oportunidade de compartilhar meu Trabalho de Conclusão de Curso em um congresso internacional foi incrível. Embora meu projeto tenha um enfoque técnico, por ser desenvolvido na área de Engenharia da Computação, ele também apresenta um importante impacto para a sociedade e para os direitos humanos, dialogando diretamente com o tema do congresso”, conta Caroline.
As estudantes Beatriz de Lima Canteiro e Isabeli Lambert, do curso de Direito do UNISAL Americana, apresentaram o trabalho “Redes sociais e direitos humanos: o impacto da era digital na juventude”.
“Participar do congresso no Chile foi, sem dúvida, uma das experiências mais marcantes da minha trajetória acadêmica. Tive a honra de representar o UNISAL Americana em uma experiência internacional, levando comigo não apenas o nome da instituição, mas também todo o conhecimento, o aprendizado e a dedicação construídos durante a graduação em Direito”, afirma Beatriz.
Para o professor Dorival, a experiência também representa a integração entre os pilares que sustentam a atuação universitária: “dentro da formação acadêmica de um estudante de graduação, o congresso nos permitiu colocar em prática a tríade ensino, pesquisa e extensão. Alguns alunos participaram como expositores e outros também assumiram a função de moderadores, o que contribuiu para complementar sua formação.”, avalia.