A profissão religiosa perpétua é o último estágio antes que o formando salesiano se torne irmão ou sacerdote. Trata-se de um sim definitivo a Deus e à Congregação Salesiana após anos de preparação com estudo, oração e vivência comunitária.
Padre Tiago Eliomar, responsável pelo Serviço de Animação Vocacional Salesiana, afirma que a Profissão Religiosa Perpétua não é o fim, mas apenas parte do início de uma trajetória de doação de vida em favor do Reino de Deus. “A profissão religiosa perpétua conclui um processo de discernimento, mas nasce a partir do uso da liberdade de forma muito grande. Ali o candidato apresenta nessa condição o maior tesouro que tem que é a própria vida em nome de uma causa que considera ser fonte de felicidade, santidade. É a radicalização do compromisso batismal a partir do carisma de Dom Bosco. Só é ser obediente, pobre e casto quem de fato consegue ser livre”, afirma.
Bruno considera que foi presenteado com as pessoas que Deus colocou em sua vida durante sua trajetória formativa. “Há uma música de Dom Bosco que diz ‘os teus sonhos foram muito além do que os teus pés pisaram...’ Hoje partilho da mesma realidade, os meus sonhos foram mais além do que eu mesmo sonhei um dia”.
José Rodolfo invoca o chamado da Congregação para tomar parte na aventura de caminhar com os jovens. “Tenho procurado viver com intensidade essa aventura e encontrar todos os dias a razão do meu existir. Hoje é um momento especial dessa busca. A profissão religiosa perpétua expressa o encontro definitivo com meu primeiro Amor”.
“Hoje, após seis anos de acompanhamento e discernimento, realizo a profissão perpétua, entregando-me inteiramente a Deus na Congregação Salesiana. Como ‘filho’ de Dom Bosco sou muito feliz e grato a Deus pelo dom da vocação religiosa, afirma Márcio.
Anderson Bueno /Inspetoria Salesiana de Nossa Senhora Auxiliadora