Na Geórgia, país ortodoxo, as FMA trabalham em silêncio

Thursday, 12 January 2017 12:53 Written by  InfoANS
A Geórgia é um país ortodoxo. Os católicos somam apenas 1% da população. Desde 1997, as Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) vivem e trabalham nesse país com o único interesse de levar o Reino de Deus.

Em 2005, as irmãs mudaram-se para uma casa na zona mais pobre de Tbilisi, Capital do país. Inicialmente, os vizinhos observavam as Salesianas com certo interesse, mas quando perceberam que eram religiosas católicas, começaram a manifestar desconfiança. Na Geórgia, os católicos são considerados como seita e são tratados como “estranhos”.

As missionárias não podiam realizar o trabalho apostólico entre o povo, pois os católicos georgianos são poucos. Perguntavam-se todos os dias se seria possível organizar alguma coisa para as crianças e os jovens do lugar. Uma senhora que foi à paróquia confidenciou-lhes que seu marido procurava trabalho há muito tempo, mas não conseguia; por outro lado, ela podia encontrar facilmente trabalho, mas não tinha alguém com quem deixar a filha. Tão simples quanto isso, foi assim que nasceu a escola infantil salesiana em Tbilisi.

Inicialmente, havia apenas um grupo se seis crianças de famílias católicas. Hoje, são cerca de 30 meninos e meninas de dois a seis anos. A maior parte é de famílias ortodoxas; as irmãs proporcionam diversão, atividades educativas e alimentação. Muitas crianças provêm de famílias pobres e precisam de apoio e, graças ao Projeto de Adoção a Distância, por meio da Procuradoria Missionária Salesiana de Varsóvia, se consegue ajudá-las.

Ao redor da obra salesiana vivem famílias pobres. Em cada quarto vive uma família, não importa o número das pessoas. As condições de vida são muito difíceis.

A escola infantil das irmãs FMA não recebe qualquer ajuda do governo e, por isso, a cobrança pelos serviços é pequena. Os pais de família começaram a apreciar o trabalho das religiosas, e mesmo não tendo dinheiro para pagar, levam frutas, verduras, mel ou o que possam oferecer.

Enfim, ninguém sabe quem recebe mais nesse trabalho: se as religiosas por dar suas vidas ou as famílias ortodoxas que levam seus filhos, pois tudo é feito com amor.

Fonte: InfoANS

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Last modified on Sunday, 15 January 2017 23:36

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Na Geórgia, país ortodoxo, as FMA trabalham em silêncio

Thursday, 12 January 2017 12:53 Written by  InfoANS
A Geórgia é um país ortodoxo. Os católicos somam apenas 1% da população. Desde 1997, as Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) vivem e trabalham nesse país com o único interesse de levar o Reino de Deus.

Em 2005, as irmãs mudaram-se para uma casa na zona mais pobre de Tbilisi, Capital do país. Inicialmente, os vizinhos observavam as Salesianas com certo interesse, mas quando perceberam que eram religiosas católicas, começaram a manifestar desconfiança. Na Geórgia, os católicos são considerados como seita e são tratados como “estranhos”.

As missionárias não podiam realizar o trabalho apostólico entre o povo, pois os católicos georgianos são poucos. Perguntavam-se todos os dias se seria possível organizar alguma coisa para as crianças e os jovens do lugar. Uma senhora que foi à paróquia confidenciou-lhes que seu marido procurava trabalho há muito tempo, mas não conseguia; por outro lado, ela podia encontrar facilmente trabalho, mas não tinha alguém com quem deixar a filha. Tão simples quanto isso, foi assim que nasceu a escola infantil salesiana em Tbilisi.

Inicialmente, havia apenas um grupo se seis crianças de famílias católicas. Hoje, são cerca de 30 meninos e meninas de dois a seis anos. A maior parte é de famílias ortodoxas; as irmãs proporcionam diversão, atividades educativas e alimentação. Muitas crianças provêm de famílias pobres e precisam de apoio e, graças ao Projeto de Adoção a Distância, por meio da Procuradoria Missionária Salesiana de Varsóvia, se consegue ajudá-las.

Ao redor da obra salesiana vivem famílias pobres. Em cada quarto vive uma família, não importa o número das pessoas. As condições de vida são muito difíceis.

A escola infantil das irmãs FMA não recebe qualquer ajuda do governo e, por isso, a cobrança pelos serviços é pequena. Os pais de família começaram a apreciar o trabalho das religiosas, e mesmo não tendo dinheiro para pagar, levam frutas, verduras, mel ou o que possam oferecer.

Enfim, ninguém sabe quem recebe mais nesse trabalho: se as religiosas por dar suas vidas ou as famílias ortodoxas que levam seus filhos, pois tudo é feito com amor.

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