O Papa Francisco afirmou que “se queremos vocações, devemos abrir as portas, rezar e nos sentar para ouvir os jovens. Fazer o apostolado do ouvido”. Analisando esse pensamento e relacionando-o ao discernimento vocacional dos jovens, percebe-se a necessidade de acolhê-los e ajudá-los nesse processo em que buscam sentido de vida enquanto trilham um caminho de incertezas. Isso porque, nesse trajeto, levam na bagagem medos, dúvidas, confusão de pensamentos e sentimentos.
Em 1875, Dom Bosco publicou o volume Maria Auxiliadora, reunindo relatos de graças obtidas nos primeiros sete anos após a consagração da Basílica de Valdocco, em 9 de junho de 1868.
A educação católica nasceu vinculada à missão evangelizadora da Igreja e à formação cultural das sociedades. Das escolas monásticas às redes modernas, tornou-se um lugar de transmissão do saber, formação moral e construção de sentido.
A proteção de Maria seria invocada diante de cada perigo, enquanto os salesianos se dedicariam a levar o Evangelho até os confins da terra.
Dom Bosco elaborou um dos primeiros contratos de aprendizagem de que se tem registro, datado de novembro de 1851.
“Não chega a ser novidade que Dom Bosco foi um excelente escritor. Entre os seus escritos destacados estão a vida de Domingos Sávio (1859) e os perfis biográficos de Miguel Magone (1861) e Francisco Besucco (1864)”.
A experiência religiosa juvenil atual constitui-se como um campo diverso de significados, guiado por uma dúvida muito frequente na vida dos jovens: é possível compreender e reconhecer o sagrado no cotidiano?
Conforme narram as Memórias Biográficas de São João Bosco n. XVI, no início do capítulo II, o fiel Grigio continuou protegendo Dom Bosco e outras pessoas da Família Salesiana por muitos anos.  
Em cada edição do Boletim Salesiano, percebemos que não se trata apenas de informar, mas de formar o olhar.
A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18,9-14) para nós, educadores e evangelizadores, não é simplesmente uma narrativa moral sobre a soberba e a humildade, mas uma revelação profunda sobre como Deus nos encontra e sobre como somos chamados a transmitir essa experiência transformadora.
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O Papa Francisco afirmou que “se queremos vocações, devemos abrir as portas, rezar e nos sentar para ouvir os jovens. Fazer o apostolado do ouvido”. Analisando esse pensamento e relacionando-o ao discernimento vocacional dos jovens, percebe-se a necessidade de acolhê-los e ajudá-los nesse processo em que buscam sentido de vida enquanto trilham um caminho de incertezas. Isso porque, nesse trajeto, levam na bagagem medos, dúvidas, confusão de pensamentos e sentimentos.
Em 1875, Dom Bosco publicou o volume Maria Auxiliadora, reunindo relatos de graças obtidas nos primeiros sete anos após a consagração da Basílica de Valdocco, em 9 de junho de 1868.
A educação católica nasceu vinculada à missão evangelizadora da Igreja e à formação cultural das sociedades. Das escolas monásticas às redes modernas, tornou-se um lugar de transmissão do saber, formação moral e construção de sentido.
A proteção de Maria seria invocada diante de cada perigo, enquanto os salesianos se dedicariam a levar o Evangelho até os confins da terra.
Dom Bosco elaborou um dos primeiros contratos de aprendizagem de que se tem registro, datado de novembro de 1851.
“Não chega a ser novidade que Dom Bosco foi um excelente escritor. Entre os seus escritos destacados estão a vida de Domingos Sávio (1859) e os perfis biográficos de Miguel Magone (1861) e Francisco Besucco (1864)”.
A experiência religiosa juvenil atual constitui-se como um campo diverso de significados, guiado por uma dúvida muito frequente na vida dos jovens: é possível compreender e reconhecer o sagrado no cotidiano?
Conforme narram as Memórias Biográficas de São João Bosco n. XVI, no início do capítulo II, o fiel Grigio continuou protegendo Dom Bosco e outras pessoas da Família Salesiana por muitos anos.  
Em cada edição do Boletim Salesiano, percebemos que não se trata apenas de informar, mas de formar o olhar.
A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18,9-14) para nós, educadores e evangelizadores, não é simplesmente uma narrativa moral sobre a soberba e a humildade, mas uma revelação profunda sobre como Deus nos encontra e sobre como somos chamados a transmitir essa experiência transformadora.
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