A Inteligência Artificial chegou às salas de aula, às empresas, às famílias e às obras sociais. Em pouco tempo, passou a ocupar um espaço semelhante ao que a internet ocupou há algumas décadas: todos falam sobre ela e quase todos concordam que ela transforma o presente e transformará o futuro.
Educação, propósito e transformação juvenil no século XXI.
Em Dom Bosco, o esporte nunca foi apenas passatempo. Era pátio, encontro, alegria, educação e evangelização. Na tradição salesiana, uma bola, uma quadra, um jogo ou uma competição podem se tornar caminho de crescimento humano e espiritual, quando ajudam os jovens a descobrir valores, fortalecer vínculos e abrir o coração para Deus.  
Também nós somos enviados. Os nossos locais de trabalho, bairros, famílias e amizades são as “cidades e lugares” onde Cristo quer ir, e manda-nos lá à sua frente para preparar o caminho.  
O Papa Francisco afirmou que “se queremos vocações, devemos abrir as portas, rezar e nos sentar para ouvir os jovens. Fazer o apostolado do ouvido”. Analisando esse pensamento e relacionando-o ao discernimento vocacional dos jovens, percebe-se a necessidade de acolhê-los e ajudá-los nesse processo em que buscam sentido de vida enquanto trilham um caminho de incertezas. Isso porque, nesse trajeto, levam na bagagem medos, dúvidas, confusão de pensamentos e sentimentos.
Em 1875, Dom Bosco publicou o volume Maria Auxiliadora, reunindo relatos de graças obtidas nos primeiros sete anos após a consagração da Basílica de Valdocco, em 9 de junho de 1868.
A educação católica nasceu vinculada à missão evangelizadora da Igreja e à formação cultural das sociedades. Das escolas monásticas às redes modernas, tornou-se um lugar de transmissão do saber, formação moral e construção de sentido.
A proteção de Maria seria invocada diante de cada perigo, enquanto os salesianos se dedicariam a levar o Evangelho até os confins da terra.
Dom Bosco elaborou um dos primeiros contratos de aprendizagem de que se tem registro, datado de novembro de 1851.
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A Inteligência Artificial chegou às salas de aula, às empresas, às famílias e às obras sociais. Em pouco tempo, passou a ocupar um espaço semelhante ao que a internet ocupou há algumas décadas: todos falam sobre ela e quase todos concordam que ela transforma o presente e transformará o futuro.
Educação, propósito e transformação juvenil no século XXI.
Em Dom Bosco, o esporte nunca foi apenas passatempo. Era pátio, encontro, alegria, educação e evangelização. Na tradição salesiana, uma bola, uma quadra, um jogo ou uma competição podem se tornar caminho de crescimento humano e espiritual, quando ajudam os jovens a descobrir valores, fortalecer vínculos e abrir o coração para Deus.  
Também nós somos enviados. Os nossos locais de trabalho, bairros, famílias e amizades são as “cidades e lugares” onde Cristo quer ir, e manda-nos lá à sua frente para preparar o caminho.  
O Papa Francisco afirmou que “se queremos vocações, devemos abrir as portas, rezar e nos sentar para ouvir os jovens. Fazer o apostolado do ouvido”. Analisando esse pensamento e relacionando-o ao discernimento vocacional dos jovens, percebe-se a necessidade de acolhê-los e ajudá-los nesse processo em que buscam sentido de vida enquanto trilham um caminho de incertezas. Isso porque, nesse trajeto, levam na bagagem medos, dúvidas, confusão de pensamentos e sentimentos.
Em 1875, Dom Bosco publicou o volume Maria Auxiliadora, reunindo relatos de graças obtidas nos primeiros sete anos após a consagração da Basílica de Valdocco, em 9 de junho de 1868.
A educação católica nasceu vinculada à missão evangelizadora da Igreja e à formação cultural das sociedades. Das escolas monásticas às redes modernas, tornou-se um lugar de transmissão do saber, formação moral e construção de sentido.
A proteção de Maria seria invocada diante de cada perigo, enquanto os salesianos se dedicariam a levar o Evangelho até os confins da terra.
Dom Bosco elaborou um dos primeiros contratos de aprendizagem de que se tem registro, datado de novembro de 1851.
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